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19 de junho de 2021

3º Encontro Internacional de Literatura, Ilustração e Edição para a Infância do Município de Aveiro

Programa

Dia 3 de Julho

Manhã:

08.30 – Entrega da documentação

09.00 – Sessão de abertura

09.30 – Conferência inaugural: Cláudia Sousa Pereira (Universidade de Évora)

10.15 – Pausa para café

10.30 – Um escritor, um ilustrador e um editor em diálogo: António Mota, Marta Madureira e Gémeo Luís (editor das Edições Eterogémeas)

12.00 – Pausa para almoço

Tarde:

14.00 – Oficinas (em paralelo) – Marta Madureira / Rachel Caiano / Gémeo Luís

16.00 – Pausa para café

16.15 – Conferência de encerramento: Isabel Mociño (Universidade de Vigo)

17.00 – Sessão de encerramento

17.30 – Exposição biobliográfica e evocação de Matilde Rosa Araújo (1921-2010) (centenário do nascimento) (Livraria Gigões & Anantes)

Inscrições aqui. (Presencial e online)

EXPOSIÇÕES DE ILUSTRAÇÕES de 26/06/2021 a 10/07/2021: Marta Madureira; Rachel Caiano; Gémeo Luís.

26 de março de 2021

𝘈𝘴 20 𝘰𝘣𝘳𝘢𝘴 𝘮𝘢𝘪𝘴 𝘪𝘮𝘱𝘰𝘳𝘵𝘢𝘯𝘵𝘦𝘴 𝘥𝘢 𝘭𝘪𝘵𝘦𝘳𝘢𝘵𝘶𝘳𝘢 𝘱𝘰𝘳𝘵𝘶𝘨𝘶𝘦𝘴𝘢

Uma sugestão/uma opinião:
«Obras essenciais na dramaturgia, poesia e prosa portuguesas, clássicos que influenciaram a formação de nossa cultura literária desse lado do Atlântico. Algumas escolhas são óbvias como: Gil Vicente, Camões e Padre António Vieira que não poderiam faltar em qualquer antologia, mas como escolher apenas um romance entre autores lusitanos favoritos como Eça de Queirós (A Relíquia, O Crime do Padre Amaro, O Primo Basílio, A Cidade e as Serras), José Saramago (Memorial do Convento, História do Cerco de Lisboa, O Evangelho Segundo Jesus Cristo, Ensaio Sobre a Cegueira) ou do demónio imbatível das letras António Lobo Antunes com mais de trinta livros publicados, entre eles: Conhecimento do Inferno e Explicação dos Pássaros (...).

A limitação de apenas 20 títulos, (...), também dificultou muito a escolha, forçando a exclusão de alguns autores importantes e consagrados como: Bocage, Antero de Quental, Cesário Verde, Camilo Castelo Branco, Almeida Garret, Mário de Sá-Carneiro, José Régio, Miguel de Souza Tavares, Lídia Jorge, Inês Pedrosa, José Luis Peixoto e tantos outros.» 

15 de junho de 2020

Contar histórias - Como o fazer?



Educação de Infância


"Hoje vamos falar de um assunto muito importante: ouvir contar histórias. O ser humano, desde o nascimento à morte, precisa que lhe contem histórias, sejam elas narrativas orais, novelas de televisão, filmes ou livros. Como sabem, a infância é o tempo fundamental para ouvir contar histórias. Esta prática leva à interiorização de um mundo de enredos, personagens, situações, problemas e soluções."

A volta ao mundo em 144 livros: um mapa-múndi feito com capas

"Não é fácil dizer qual é a obra literária mais representativa de cada país, mas houve uma tentativa no Reddit. Este mapa foi criado por Backforward24, um usuário do fórum, e, em cada país, vemos a capa de um de seus livros mais importantes. São 144 livros frente aos 193 Estados reconhecidos pela ONU."





EUROPA

Noruega: Fome, de Knut Hamsun

Islândia: A Voz, de Arnaldur Indriðason

Suécia: A Saga de Gösta Berling, de Selma Lagerlöf

Finlândia: Soldados Desconhecidos, de Väinö Linna

Dinamarca: Senhorita Smilla e o Sentido da Neve, de Peter Høeg

Letônia: Nāvas Ena, de Rūdolfs Blaumanis

Estônia: Verdade e Justiça, de A. H. Tammsaare

Lituânia: White Field, Black Sheep: A Lithuanian American Life, de Daiva Markelis

Belarus: Vozes de Tchernóbil: A História Oral do Desastre Nuclear, de Svetlana Alexievich

Ucrânia: A Morte de um Estranho, de Andrei Kurkov

Moldávia: Educação Siberiana, de Nivolai Lilin

Romênia: A Floresta dos Enforcados, de Liviu Rebreanu

Bulgária: Sob o Jugo, de Ivan Vazov

Polônia: Pan Tadeusz, de Adam Mickiewicz

Alemanha: Os Buddenbrook, de Thomas Mann

Países Baixos: A Descoberta do Céu, de Harry Mulisch

Bélgica: The Sorrows of Belgium, de Leonid Andreyev

Luxemburgo: In Reality: Selected Poems, de Jean Portante

Reino Unido: Grandes Esperanças, de Charles Dickens

Irlanda: Ulisses, de James Joyce

República Checa: O Bom Soldado Svejk, de Jaroslav Hašek

Eslováquia: Rivers of Babylon, de Peter Pišťanek

França: O Conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas

Espanha: Dom Quixote de la Mancha, de Miguel de Cervantes

Portugal: Memorial do Convento, de José Saramago

Áustria: O Homem sem Qualidades, de Robert Musil

Suíça: Heidi, de Johanna Spyri

Itália: A Divina Comédia, de Dante Alighieri

Eslovênia: Alamut, de Vladimir Bartol

Croácia: Café Europa, de Slavenka Drakulic

Hungria: Eclipse of the Crescent Moon, de Géza Gárdonyi

Bósnia e Herzegovina: O Diário de Zlata, de Zlata Filipovic

Sérvia: O Dicionário Khazar, de Milorad Pavić

Montenegro: Montenegro, de Starling Lawrence

Albânia: O General do Exército Morto, de Ismail Kadaré

Macedônia: A Irmã de Freud, de Goce Smilevski

Grécia: Ilíada, de Homero

Rússia: Guerra e Paz, de Liev Tolstoi

AMÉRICA

Canadá: Anne of Green Gables, de L. M. Montgomery

Estados Unidos: O Sol É Para Todos, de Harper Lee

México: Pedro Páramo, de Juan Rulfo

Guatemala: Homens de Milho, de Miguel Ángel Asturias

Belize: Beka Lamb, de Zee Edgell

Honduras: Cipotes, de Ramón Amaya Amador

El Salvador: Aroma de Café Amargo, de Sandra Benítez

Nicarágua: O País Sob Minha Pele, de Gioconda Belli

Costa Rica: La Isla de los Hombres Solos, de José León Sánchez

Panamá: Plenilunio, de Rogelio Sinán

Colômbia: Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez

Venezuela: Dona Bárbara, de Rómulo Gallegos

Guiana: O Palácio do Pavão, de Wilson Harris

Suriname: Hoe Duur Was de Suiker, de Cynthia McLeod

Guiana Francesa: Papillon, de Henri Charrière

Equador: Huasipungo, de Jorge Icaza

Brasil: Dom Casmurro, de Machado de Assis

Peru: Lituma nos Andes, de Mario Vargas Llosa

Bolívia: Raza de Bronce, de Alcides Arguedas

Paraguai: Eu o Supremo, de Augusto Roa Bastos

Argentina: Ficções, de Jorge Luis Borges

Chile: A Casa dos Espíritos, de Isabel Allende

Uruguai: Futebol ao Sol e à Sombra, de Eduardo Galeano

Cuba: Havana, de Martin Cruz Smith

Haiti: Breath, Eyes, Memory, de Edwige Danticat

República Dominicana: A Fantástica Vida Breve de Oscar Wao, de Junot Díaz

Bahamas: The Measure of a Man, de Sidney Poitier

Jamaica: A Breve História de Sete Assassinatos, de Marlon James

Puerto Rico: When I Was Puerto Rican, de Esmeralda Santiago

Pequenas Antilhas: Vasto Mar de Sargaços, de Jean Rhys

Groenlândia: Islands, the Universe, Home, de Gretel Ehrlich

ÁFRICA

Argélia: O Estrangeiro, de Albert Camus

Líbia: No País dos Homens, de Hisham Matar

Egito: Entre Dois Palácios, de Naguib Mahfuz

Marrocos: O Menino de Areia, de Tahar Ben Jelloun

Mauritânia: Silent Terror: A Journey into Contemporary African Slavery, de Samuel Cotton

Mali: Soundiata ou L'Épopée Mandingue, de Mamadou Kouyaté

Níger: Sarraounia, de Abdoulaye Mamani

Chade: As Raízes do Céu, de Romain Gary

Sudão: Lyrics Alley, de Leila Aboulela

Nigéria: O Mundo se Despedaça, de Chinua Achebe

Camarões: O Velho Negro e a Medalha, de Ferdinand Oyono

República Centro-Africana: Batouala, de René Maran

Sudão do Sul: They Poured Fire on Us from the Sky, de Benson Deng, Alephonsion Deng, Benjamin Ajak e Judy A. Bernstein

Etiópia: Sob o Olhar do Leão, de Maaza Mengiste

Somália: O Pomar das Almas Perdidas, de Nadifa Mohamed

República Democrática do Congo: L’Ante-Peuple, de Sony Labou Tansi

Uganda: Abessijne Kronieken, de Moses Isegawa

Quênia: Pétalas de Sangue, de Ngũgĩ wa Thiong'o

Tanzânia: Desertion, de Abdulrazak Gurnah

Angola: A Gloriosa Família – O Tempo dos Flamengos, de Pepetela

Zâmbia: Scribbling the Cat: Travels with an African Soldier, de Alexandra Fuller

Moçambique: Terra Sonâmbula, de Mia Couto

Zimbábue: The House of Hunger, de Dambudzo Marechera

Namíbia: Born of the Sun, de Gillian Cross

Botsuana: Agência Nº 1 de Mulheres Detetives, de Alexander McCall Smith

África do Sul: Desonra, de J. M. Coetzee

ÁSIA

Turquia: Meu Nome É Vermelho, de Orhan Pamuk

Geórgia: O Cavaleiro na Pele de Pantera, de Shota Rustaveli

Armênia: The Fool, de Raffi

Azerbaijão: Blue Angels, de Chingiz Abdullayev

Irã: Shahnameh, The Epic of the Kings, de Ferdowsi

Iraque: The Madman of Freedom Square, de Hassan Blasim

Síria: The Dark Side of Love, de Rafik Scahmi

Líbano: The Hakawati, de Rabih Alameddine

Israel: Mornings in Jenin, de Susan Abulhawa

Kuwait: A Map of Home, de Randa Jarrar

Emirados Árabes Unidos: The Sand Fish, de Maha Gargash

Arábia Saudita: Cities of Salt, de Abdur Rahman Munif

Qatar: The Emergence of Qatar, de Habibur Rahman

Iêmen: The Hostage, de Zaid Damaj Mutiee

Omã: The Turtle of Oman, de Naomi Shihab Nye

Cazaquistão: The Book of Words, de Abay Qunanbayuli

Turquemenistão: A Tale of Aypi, de Ak Welsapar

Uzbequistão: Chasing the Sea, de Tom Bissell

Quirguistão: Jamilia, de Chingiz Aitmatov

Tajiquistão: Hurramabad, de Andrei Volos

Afeganistão: O Caçador de Pipas, de Khaled Hosseini

Paquistão: O Fundamentalista Relutante, de Mohsin Hamid

Nepal: Palpasa Cafe, de Narayan Wagle

Índia: O Deus das Pequenas Coisas, de Arundhati Roy

Butão: The Circle of Karma, de Kunzang Choden

Bangladesh: Uma Era de Ouro, de Tahmima Amam

Myanmar: Smile as They Bow, de Nu Nu Yi

Laos: On the Other Side of the Eye, de Bryan Thao Worra

Tailândia: Four Reigns, de Kukrit Pramoj

Vietnã: The Sorrow of War, de Bao Ninh

Camboja: First They Killed My Father, de Loung Ung

Taiwan: Green Island, de Shawna Yang Ryan

Sri Lanka: Anil’s Ghosts, de Michael Ondaatje

Mongólia: The Blue Sky, de Galsan Tschinag

Coreia do Norte: The Aquariums of Pyongyang, de Kang Chol-hwan

Coreia do Sul: A Vegetariana, de Han Kang

Japão: Coração, de Natsume Soseki

China: Dream of the Red Chamber, de Cao Xueqin

Malásia: The Garden of the Evening Mists, de Twan Eng Tan

Brunei: Some Girls: My Life in a Harem, de Jillian Lauren

Indonésia: Child of all Nations, de Pramoedya Ananta Toer

Filipinas: Noli Me Tangere, de José Rizal

Timor Leste: The Redundancy of Courage, de Timothy Mo

OCEANIA

Austrália: Cloudstreet, de Tim Winton

Papua-Nova Guiné: Death of a Muruk, de Bernard Narokobi

Vanuatu: Blackstone, de Grace Mera Molisa

Ilhas Salomão: Suremada, de Rexford T. Orotaloa

Fiji: Tales of the Tikongs, de Epeli Hau’ofa

Nova Zelândia: The Bone People, de Keri Hulme


10 de junho de 2020

Os Lusíadas

“Os Lusíadas” é uma epopeia do escritor português Luís Vaz de Camões, que tem como assunto a viagem de Vasco da Gama às Índias. A narrativa é dividida em dez cantos que são organizados em 1.102 estrofes, cada uma com oito versos, todos decassílabos heroicos, e com rima ABABABCC. 8...)
Considerado o maior poema épico da língua portuguesa, foi publicado em 1572, com o apoio do Rei D. Sebastião. O poema conta histórias sobre as perigosas viagens marítimas e a descoberta de novas terras, povos e culturas, exaltando o heroísmo do homem, que, navegador, aventureiro, cavalheiro e amante, é também destemido e bravo, e enfrenta mares desconhecidos em busca dos seus objetivos." Fonte

8 de junho de 2020

" A Manta, uma história aos quadradinhos(de tecido)"


Uma história de Isabel Minhós Martins, ilustrada por Yara Kono, com edição do Planeta Tangerina.
Resumo:
"Nos livros aos quadradinhos, cada quadrado conta um pedaço de uma história. Neste livro, que não é um livro de banda-desenhada nem nada assim parecido, cada quadradinho (de tecido) tem também uma história para contar. Há uma manta de retalhos, uma avó com boa memória e muitos netos de ouvido atento. À noite, ao deitar, não são precisos livros: basta à avó olhar a manta e todas as personagens e enredos que lá moram, para a sessão começar.."

Isabel Minhós Martins

Sobre a autora:
"Nasceu em Lisboa, em 1974, o ano da revolução do 25 de Abril.
Quando era pequena queria ser jornalista, arqueóloga ou pediatra. Não foi nenhuma das três, mas gosta muito do que faz.
“Para mim, escrever é como escavar: encontramos sempre alguma coisa, às vezes minhocas, às vezes água, pedras, raízes, túneis…um sapato perdido.
Gosto de escrever porque quase sempre encontro coisas inesperadas. Gosto de ler pela mesma razão: alguém escavou, escavou, escavou e encontrou alguma coisa que veio mostrar através das palavras.”
Estudou na Faculdade de Belas Artes de Lisboa, trabalhou como criativa na área da comunicação para crianças e, mais tarde, com um grupo de amigos, fundou a editora Planeta Tangerina.
Alguns dos livros que escreveu foram distinguidos por prémios ou instituições ligados ao livro para a infância: Catálogo White Ravens, Prémio Andersen, Banco del Libro, Sociedade Portuguesa de Autores (2015), Gustav-Heinemann Friedenspreis (2017), Deutscher Jugendliteraturpreis (2017).
Muitos dos seus livros estão publicados noutros países (França, Brasil, Coreia, Reino Unido, Itália, Espanha, Holanda…)."
Yara Kono

Sobre a ilustradora:

"AUTORA, ILUSTRADORA E DESIGNER
Nasceu em São Paulo, Brasil. É ilustradora e designer gráfica.

Estudou Farmácia Bioquímica na Universidade Estadual Paulista (UNESP), mas já nas aulas de Citologia os seus desenhos eram os mais populares. Durante o curso, estagiou numa agência de publicidade e a ideia de seguir outro caminho que não o farmacêutico, talvez tenha nascido aí. Estudou Design e Comunicação na Escola Panamericana de Arte e foi bolseira no Centro de Design de Yamanashi, no Japão.
Hoje vive em Portugal e desde 2004 faz parte da equipa do Planeta Tangerina.
Venceu o Prémio Nacional de Ilustração em 2010 e o Prémio Bissaya Barreto em 2016. Entre as menções e seleções, destacam-se o Prémio Compostela, Nami Concours (Coreia do Sul) e Bologna Illustrators Exhibition.
Gosta de caminhar, cozinhar para os amigos e desenhar elefantes."

6 de junho de 2020

Sugestão de leitura sobre o Dia D

SINOPSE
"Os que participaram na grande invasão, soldados, marinheiros ou aviadores, nunca esqueceram a imagem desse momento. Nem a esqueceram os soldados alemães, alertados à última hora na costa da Normandia. Foi, de longe, a maior frota de invasão alguma vez mobilizada. A escala da ofensiva e o seu meticuloso planeamento não tiveram precedentes, mas, embora a linha de ataque à praia estivesse bem posicionada, tornou-se claro que a próxima etapa iria ser muito mais difícil do que se poderia imaginar. As densas florestas da Normandia eram ideais para o defensor, e os alemães, especialmente as divisões Waffen-SS, combateram com astúcia e ferocidade desesperada. À medida que iam ganhando terreno, as forças inglesas, canadianas e americanas envolveram-se em combates cuja brutalidade foi várias vezes comparada à da Frente Oriental. O número de baixas começou a aumentar e, do mesmo modo, a tensão entre os principais comandantes de ambos os lados. Os civis franceses, apanhados no meio deste fogo cruzado ou pelos bombardeamentos das forças aliadas, suportaram um sofrimento terrível. Até as alegrias da Libertação tiveram o seu lado negro. A guerra no norte de França marcou não só uma geração, mas todo o mundo pós-Guerra, influenciando profundamente as relações entre a América e a Europa. Usando material já estudado e inéditos de trinta arquivos, em seis países, Dia D é, até hoje, o documento mais vívido e completo sobre a Batalha da Normandia." Fonte
Sobre o autor ANTONY BEEVOR, podes ler aqui.
ANTONY BEEVOR


2 de junho de 2020

Gosto de ti (quase sempre)



"Porque será que determinadas características de uma pessoa por vezes nos agradam mas outras vezes nos incomodam?
O Rui e a Rita são muito diferentes um do outro. Aceitar as diferenças nem sempre é fácil... Mas quem disse que seria?
Este livro destina-se não só a crianças mas também a adultos, e convida-nos a compreender o que nos diferencia, mostrando o efeito mágico dos opostos."

Sobre a autor , podes ficar a saber mais aqui.



O Coelho que Sabia Ouvir


Sobre este livro:
"Foi então que chegou o coelho. E tudo o que o coelho fez foi ouvir; e era só disso que o Tito precisava.
Um livro doce e encantador, capaz de sossegar qualquer coração atribulado.
A prova de que, às vezes, um simples abraço tem mais força do que mil palavras.
Uma mensagem necessária, relevante e muito poderosa, que urge transmitir às gerações mais novas, sobretudo nos dias barulhentos que correm:
O enorme poder do silêncio!
Ilustrações muito comoventes, prontas a criar empatia entre as personagens e os pequenos leitores."



31 de maio de 2020

Feliz dia dos irmãos


"Irmão, irmãos
www.washingtonallifer.wordpress.com

Cada irmão é diferente.
Sozinho acoplado a outros sozinhos.
A linguagem sobe escadas, do mais moço
ao mais velho e seu castelo de importância.
A linguagem desce escadas, do mais velho
ao mísero caçula.

São seis ou são seiscentas
distâncias que se cruzam, se dilatam
no gesto, no calar, no pensamento?
Que léguas de um a outro irmão.
Entretanto, o campo aberto,
os mesmos copos,
o mesmo vinhático das camas iguais.
A casa é a mesma. Igual,
vista por olhos diferentes?

São estranhos próximos, atentos
à área de domínio, indevassáveis.
Guardar o seu segredo, sua alma,
seus objectos de toalete. Ninguém ouse
indevida cópia de outra vida.

Ser irmão é ser o quê? Uma presença
a decifrar mais tarde, com saudade?
Com saudade de quê? De uma pueril
vontade de ser irmão futuro, antigo e sempre?"
Carlos Drummond de Andrade, Poesia Completa.

Editora Nova Aguilar. Rio de Janeiro, 2003. Págs 951-952.

Queres saber mais sobre este autor?
Cllica aqui.

30 de maio de 2020

Promove a leitura e a literatura usando o Google

Este é um assunto muito interessante sobretudo agora que todos nós andamos "online" o dia todo.
Para saberes como se faz...
Clica aqui.



Grande vencedor do 48º Campeonato de Escrita Criativa

É com muito orgulho que damos conta desta maravilhosa notícia.
O nosso conhecido professor Amílcar Covelo, docente do 1º ciclo, na Escola Castro Matoso, do Agrupamento de Escolas de Oliveirinha, participou neste concurso dinamizado pelo autor Pedro Chagas Freitas e.... foi o grande VENCEDOR.
Ficamos à espera de um livro?... Será para breve?

Da página de Pedro Chagas Freitas no Facebook retirámos a boa nova.

"Amílcar Covelo nasceu no dia 15 de março de 1967, numa pequena aldeia da serra da Freita, Vale de Cambra. 
Filho de agricultores, passou a sua infância e juventude entre a escola e o amanho da terra.
Em 1987, Amílcar entrou na Universidade de Aveiro no curso de professores do ensino primário. 
Influenciado pelo professor Idalécio Cação, escritor, poeta e crítico literário da U. Aveiro, com o qual manteve contacto mesmo após a sua aposentação, Amílcar iniciou-se no mundo literário com “Quando os lobos uivam” e “Terra granítica”, romances não publicados.
Em 1995, entrou na Escola Superior de Educação Almeida Garrett, em Lisboa, onde tirou o curso de Educação Física para o 2.º ciclo do Ensino Básico.
Atualmente, leciona ao 1.º Ciclo E.B. em Aveiro, cidade onde vive com a esposa e três filhas: Sara, Joana e Sofia.
Baseado na sua infância, escreveu recentemente o conto infanto- juvenil “O maior sonho do mundo”, ilustrado pela sua filha Sara (Mestre em Animação e Ilustração).

E AQUI UM DOS TEXTOS PRODUZIDOS PELO AUTOR AO LONGO DA PROVA:

Não subo as escadas da torre mais alta da cidade para meditar. Mas cento e dezassete degraus contados, estranhamente, estão a trazer-me os pensamentos mais disformes. Mais devagar. Já não existo, minha filha. Sou o fantasma que compraste com a tua desilusão. Este sobretudo é comprido demais para subir em caracol. Pu-lo sobre os ombros como se fosse a minha mortalha. Tem quase a tua idade. Só as galinhas sabem que ainda o uso. A água que escorre por estas escadas ainda não chegou ao chão. Todos estes sinos terão razão, mesmo badalando um para cada lado, mas não sei se saberão tocar por mim. Já não chove. Nunca me levaste ao Alentejo. Sei que não foste para aí por causa da chuva. Jamais me perdoaste por eu ter ralhado tudo de uma vez com a tua mãe. Não fui eu que abri a porta à sua morte. Saíste a mim, no que toca a castigar. Quando acordo de noite, acendo a luz para ter a certeza de que não estou enterrado ao lado dela. A vida assim aleija. Já não é este o meu lugar. Afinal, a portinhola do cimo está aberta. Não sei se isto é obra do vento. Também deixei as galinhas sem porta. O largo vai-se encher de aflitos. Deviam acudir-me enquanto há tempo. Mas há uma parte de mim que não passará deste resguardo. Não quero asas. O sobretudo ficará aqui. Quando o vires, reconhecerás o bolso dos chocolates.  Rasgou-se. Há uma passagem para o forro interior. De momento, não tenho outro cofre para te deixar o melhor de mim. Compreenderás. Sabes que nem sempre fugiste de mim. Não sabia que tinha cá o telemóvel. Tem várias chamadas por atender e mensagens por ler, “Avô, responde!  A mãe teve um acidente e quer ver-te.”

21 de maio de 2020

Porque é que não posso fazer o que quero?

Este é mais um livro para tu conheceres. É da coleção pequenos filósofos e foi escrito por Oscar Brenifier e ilustrado por Delphine Durand.
Esperamos que gostes.

18 de maio de 2020

"O Bojador"


SINOPSE
Plano Nacional de Leitura
Livro (...)destinado a leitura orientada.

"- E não se pode ir além do Bojador?
Esta pergunta inquietava um povo cansado e os espíritos mais conservadores, que acreditavam que o cabo era habitado por terríveis monstros marinhos que arrastavam homens e barcos para os abismos do mar.
Mas o Infante via mais longe. Com Gil Eanes à proa dos seus navios e dos seus sonhos, queria ultrapassar o medo do desconhecido e iniciar uma nova era económica e de conhecimento."




Queres saber mais sobre esta escritora? Visita esta página.

16 de maio de 2020

Dia Nacional do Cientista

Neste dia gostaríamos de agradecer aos cientistas pelo seu papel fundamental na evolução da humanidade. Por isso, a sugestão de leitura para hoje não poderia deixar de ser...
O Mestre Carbono, o Cientista

Sinopse deste livro:

«"Mestre Carbono, o Cientista" conta-nos a história de três cientistas que, em laboratório, procuram descobrir um modo que permita controlar e reverter a atual situação do aquecimento global, também causado pela excessiva libertação de CO2.

No entanto, é quando os humanos regressam a casa que se assiste a uma enorme azáfama, com vários átomos e moléculas a saltar dos respetivos frascos de reagentes. Liderados por um velho átomo - o Mestre Carbono -, procuram ajudar os humanos naquelas experiências de grande importância para a salvação da Natureza.

Sob a batuta do velho Mestre, aqueles átomos e moléculas perseguem o sonho de conseguir sintetizar laboratorialmente a bem conhecida molécula da Clorofila A, o primeiro passo para ajudar a mãe Natureza no processo de conversão do dióxido de carbono no favorável oxigénio (fotossíntese).»

Fonte:https://www.wook.pt/livro/mestre-carbono-o-cientista-filipe-l-s-monteiro/16269391


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