O Mestre Hildo e o Pedrito vão viajar até um lugar mágico onde só habitam animais. Aí vão encontrar desenhos e misteriosos monumentos em pedra, muito antigos. Qual a origem e o significado de todos estas descobertas é a pergunta que os nossos dois amigos vão tentar responder no fim de um dia cheio de aventura. Será que vão conseguir?" Fonte
Em destaque
Novidades
Graças às doações à nossa Biblioteca, no âmbito da Feira do Livro Usado, esta pode reunir vários exemplares que constituem agora novidades ...
21 de outubro de 2020
A casa amarela
20 de outubro de 2020
Bullying e falsos amigos
Dossier sobre Bullying
Na tua Biblioteca podes consultar um dossier sobre Bullying com diversas informações sobre esta temática.
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| Fonte |
O Mundo em que vivi
SINOPSE"Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 8º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada.
"Numa escrita inexcedivelmente sóbria e transparente, e através de breves episódios, este romance conduz-nos em crescendo de emoção desde a primeira infância rural de uma judia na Alemanha, pelos finais da Primeira Grande Guerra Mundial, até ao avolumar de crises (inflação, desemprego, assassínio de Rathenau, aumento da influência e vitória dos Nazistas) que por fim a obrigam ao exílio mesmo na eminência de um destino trágico num campo de concentração. Há uma felicíssima imagem simbólica de tudo, que é a do lento avançar de uma trovoada que acaba por estar "mesmo em cima de nós". Assistimos aos rituais judaicos públicos e domésticos, a uma clara atracção alternativa entre a emigração para os E.U. e o sionismo. Fica-se simultaneamente surpreendido pela correspondência e pelas diferenças entre o adolescer e o viver adulto em meios culturais muito diversos, pois há relances de vida religiosa luterana, católica e de agnosticismo à margem da experiência judaica ortodoxa. Perpassam figuras familiares de recorte nítido: os avós da aldeia, o pai, negociante de cavalos, desfeitado por anti-semitas e falecido de cancro, os tios progressistas Franz e Maria, o avô Markus, a amorável avozinha Ester (Kleine Oma), Paul (o jovem quase-namorado que se deixa intimidar pelo ambiente), Kurt (o jovem enamorado assolapado, culto e firme nas suas convicções). A acção é desfiada numa sucessão de fases biográficas progressivamente dramáticas - e nós acabamos por participar afectivamente de um destino ao mesmo tempo muito singular e muito típico, que bem nos poderia ter cabido. Um romance de características únicas na leitura portuguesa - e emocionalmente certeiro".
Óscar Lopes" Fonte
Este Não é o Rapaz Com Quem eu Sonhava
"Tenho Medo de Ir à Escola" - Identifique os Sinais de Bullying e Cyberbullying. O seu Filho é Vítima ou Agressor?
SINOPSE
Como educar os nossos filhos para se tornem crianças seguras, resilientes e confiantes? Como treinar o seu olhar para a diferença e para a tolerância pelo outro? Estes são os primeiros passos para que o seu filho não se torne nem vítima nem agressor. E não, não acontece só aos outros. Em Portugal as estatísticas revelam que cerca de 40 por cento dos nossos jovens já se envolveu em alguma dinâmica bullying, tanto no papel de vítima, como de agressor. Mas afinal o que é o bullying? A psicóloga Tânia Paias, especialista neste tema e fundadora do Portal Bullying, explica: é um fenómeno de violência na escola que se traduz em comportamentos agressivos, intencionais e repetitivos, levados a cabo por um ou mais alunos contra outro. Não é um fenómeno de hoje, e as novas tecnologias de informação e a Internet abriram caminho a um outro tipo de violência que já não se passa apenas no recinto escolar, mas sim através de mensagens instantâneas ou por e-mail: o cyberbulling. Enquanto pais e educadores devemos estar atentos aos sinais:
- O meu filho não quer ir à escola e não consigo que me diga porquê. Ele que me contava tudo agora fecha-se no quarto, isola-se…
- A minha filha anda tão calada e com um olhar tão triste, mas não me conta o que tem.
- Ele era um ótimo aluno e de repente as notas dele vieram por ali abaixo…
- O meu filho, que sempre foi tão calmo, agora tem ataques de fúria.
- Desconfio que um dos meus alunos ameaça os outros, como devo atuar para pôr fim a esta situação?
- Apanhei uma mensagem no telemóvel da minha filha que dizia: «Odeio-te.» Confrontei-a e ela contou-me que recebe mensagens destas várias vezes por dia…
- Fui novamente chamado à escola porque o meu filho bate num colega repetidas vezes. Onde errei na sua educação?
Recorrendo a casos reais, Tânia Paias apresenta neste livro respostas concretas às dúvidas que assaltam pais, educadores e os próprios jovens. Não podemos fechar os olhos a este fenómeno. É preciso atuar.
Por favor não matem a cotovia
SINOPSE"Durante os anos da Depressão, Atticus Finch, um advogado viúvo de Maycomb, uma pequena cidade do sul dos Estados Unidos, recebe a dura tarefa de defender um homem negro injustamente acusado de violar uma jovem branca. Através do olhar curioso e rebelde de uma criança, Harper Lee descreve-nos o dia-a-dia de uma comunidade conservadora onde o preconceito e o racismo caracterizam as relações humanas, revelando-nos, ao mesmo tempo, o processo de crescimento, aprendizagem e descoberta do mundo típicos da infância. Recentemente, alguns dos mais importantes livreiros norte-americanos atribuíram grande destaque ao livro, ao elegerem-no como o melhor romance do século XX." Fonte
De que são feitas as histórias?
Extraído de: https://youtu.be/6do9IG8eLOo
Fred & Pascal
"SINOPSE
Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para Educação Pré-Escolar, destinado a leitura em voz alta.
Pascal é um cão como todos os outros: leal, corajoso e muito amigo. Ele adora o seu dono, o Fred. E Fred adora o Pascal.
Mas, mais que tudo, Fred gosta dos planetas e das estrelas, e, com a ajuda de Pascal, ele tem a certeza que conseguirá explorar o espaço!
Fred anda sempre muito ocupado a construir um foguetão, mas o que pensará Pascal das ambições do seu dono, uma vez que se sente feliz apenas por ser o melhor amigo do Fred na Terra?
Esta é uma história muito forte sobre o amor, a amizade e a felicidade, e irá certamente tocar o coração das crianças." Fonte
19 de outubro de 2020
Como passa o tempo?
| Livros Infantis de Ficção |
SINOPSE
«O minuto cansou-se de estar sempre a dar a volta ao relógio e um dia parou de trabalhar. Resolveu então ir para o jardim, onde conheceu novos amigos. Jogou às escondidas, ao macaquinho do chinês e às estátuas. E cantou muitas canções! Mas o que ele não esperava era que o seu trabalho fosse tão importante: sem ele a noite não podia chegar.
Uma aventura que ajuda os mais novos a conhecerem os amigos que nos ajudam a passar o tempo, desde o segundo até ao milénio!
EXCERTOS
"O minuto estava farto, fartíssimo do seu trabalho. Então resolveu saltar para fora do relógio... O que vai acontecer?"» Fonte
Disponível na tua biblioteca.
COMO SE FAZ A CRÍTICA DE UM LIVRO?
"Crítica. O que é?
Criticar significa fazer a análise de algo, avaliar, comentar, apreciar o que existe de bom e mau numa obra. Para se fazer a crítica de um livro deve-se proceder a uma análise mais ou menos aprofundada da obra lida.
Quais as características de uma crítica?
Deve ter um título, uma introdução e um desenvolvimento.
Apresenta os aspetos positivos e negativos do livro em análise.
Transmite opiniões e apresenta exemplos.
É geralmente escrita na 3ª pessoa gramatical.
Utiliza palavras ou vocábulos relativos ao assunto do livro.
Etapas
1. Depois de uma primeira leitura, anota o que sentiste quando leste e os factos
que te despertaram a atenção.
Sublinha o que achaste mais importante.
2. Faz uma segunda leitura rápida. É aqui que inicias a tua análise e deves registar
cuidadosamente:
os factos que fazem parte da história;
os traços característicos de cada personagem ;
o meio ambiente;
a sequência com que as personagens aparecem no enredo.
3. Tenta perceber que tipo de estilo é usado pelo autor: estilo narrativo,
descritivo, se escreve em monólogo ou se utiliza o diálogo.
4. Interpreta o que leste e o que registaste. Para ser mais fácil, podes tentar responder a algumas questões:
Para quem é que o livro foi escrito?
Está adequado a quem o vai ler?
A escrita é fácil de ler, as ideias são claras, o pensamento é coerente?
De que forma é que o livro te afetou?
Fez-te mudar a ideia anterior que tinhas sobre o assunto?
Fez-te pensar em coisas que já viveste?
Concordas com a opinião do autor? Porquê?
Recomendas o livro a outras pessoas? Porquê?
Traz algo de novo ou achaste parecido com outros que já leste?
5. Escreve a tua crítica só depois de passares por estes quatro passos.
Lembra-te que as críticas são altamente pessoais e refletem a opinião de quem as escreve. Por isso, deves usar expressões próprias de um texto de opinião.
Ex: Na minha opinião… / considero que…/ parece-me que …/ no meu ponto de
vista…/
6. Começa a tua crítica com uma pequena ficha de leitura.
Ficha de leitura
Título:……………………………………………………………………………………………………………………………………………
Autor:……………………………………………………………………………………………………………………………………………
Ilustrador:…………………………………………………………………………………………………
Editora:……………………………………………………………………………………………………
Local e ano de edição:………………………………………………………………………………………………………………
É um livro de:
aventuras ____ crónicas _____teatro______ banda desenhada_______ temática histórica ____
contos____ poesia ____viagens_____ divulgação científica____ outra temática
A minha opinião
……………………………………………………………………………………………………………
7.Escreve um texto com ideias claras, organizadas e parágrafos curtos.
Insere o que analisaste, registaste e respondeste nas dicas anteriores.
in Visão Júnior, Outubro 2010, pág. 45 (texto adaptado)"
Extraído de: http://livrozilla.com/doc/647081/como-se-faz-a-cr%C3%ADtica-de-um-livro%3F
(consultado a 14/10/2020)
Os Sonhadores
"SINOPSE
Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 3º ciclo, destinado a leitura autónoma.
A vida muda mas os amigos permanecem. Os sonhos também, ainda que possam ter a forma de um monte de papéis e ficar guardados durante anos no fundo de um guarda-fatos. E quando se vislumbrava a concretização do sonho, o inesperado acontece, fazendo desaparecer o embrulho que guardava o sonho e estava prestes a chegar ao destinatário." Fonte
Com a Tua Pata na Minha
"SINOPSE
Desde que nascera, a Miki adorava aconchegar-se no colo da mãe e agarrar-lhe a pata. Assim sentia-se segura. A mãe diz-lhe: "Está na hora de uma aula de natação!".
Queria prepará-la para os perigos do mar que poderia ter de enfrentar. Pois certa vez a tempestade chegou mesmo e as lontras seguraram as patas umas das outras.
Seria suficiente para as manter seguras?" Fonte
18 de outubro de 2020
O meu primeiro livro de Ioga
"SINOPSE
Rasteja como um crocodilo, estica-te como um gato, salta como um gafanhoto e descobre todas as posições básicas do Ioga.
Sobretudo, diverte-te muito com O Meu Primeiro Livro de Ioga!"
O Silêncio da Água
" SINOPSE
Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 5º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada.
A partir de uma recordação de infância, José Saramago compôs uma fábula universal que sobressai pela sua sabedoria. Manuel Estrada, um dos maiores artistas gráficos contemporâneos, recria com mestria toda a doçura desta história memorável.
EXCERTOS
«Voltei ao sítio, já o Sol se pusera, lancei o anzol e esperei. Não creio que exista no mundo um silêncio mais profundo que o silêncio da água. Senti-o naquela hora e nunca mais o esqueci.»" Fonte
Disponível na tua Biblioteca.
Mel na Boca
"SINOPSE
A casa de um avô é como o assobio de uma melodia nas férias.
Até porque não há lugar mais tranquilo do que uma vila.
O Tino pode andar descalço e cantar todas as músicas que o avô lhe vai ensinando.
Andar de bicicleta pode ser fantástico, mas sentirmo-nos amados ainda é melhor." Fonte
Vou Amar-te para Sempre
"SINOPSE
Sobre autonomia e a inquebrável ligação entre pais e filhos
O Ursinho vai partir com a mãe para conhecer o mundo. Através das várias estações do ano, os dois percorrem terras distantes lindas e encontram novos animais.
Há tanto por descobrir!
"Um dia terás uma grande aventura só tua", diz a Mamã Ursa ao filhote.
Mas será o seu amor capaz de o alcançar quando estiver longe?" Fonte
17 de outubro de 2020
Horário semanal do estudo em casa
#EstudoEmCasa 2020/2021
O Ministério da Educação, em parceria com a RTP, relançou o #EstudoEmCasa 2020/2021, após o reconhecimento por toda a comunidade educativa da mais-valia e do impacto deste recurso.
"1. Leia para a criança num espaço acolhedor e confortável, sem ruído e sem televisão. Faça desse espaço um ritual de afetos.
2. Crie o hábito de ler em voz alta para o seu filho todos os dias. Faça disso uma rotina, depois do jantar, ou antes de ir dormir. Se a criança já souber ler, estabeleça um negócio de leitura. Leiam “a meias”, cada uma lê uma personagem, uma frase, um excerto ou uma página.
3. Anime a história dando vida às personagens: imite vozes, faça gestos, varie o tom da leitura. A leitura com expressão torna a história viva e divertida. É importante que a criança ouça ler com prazer!
4. Deixe a criança escolher os livros que quer ouvir ou ler, mas vá também mostrando livros escolhidos por si e explique-lhe porque gosta deles e porque os considera importantes. Está a respeitar, mas também a influenciar e a ampliar os gostos literários da criança.
5. Converse com a criança sobre a história, troquem opiniões, pontos de vista, assumam os papéis das personagens e reinventem-nas.
E não se esqueçam, um bom leitor é quase sempre um bom aluno!"
Só #JUNTOS poderemos combater a pobreza, esse vírus (paralelo) que não pára
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| Presidente do Banco Alimentar Contra a Fome e da Rede de Emergência Alimentar Isabel Jonet |
"Não há estudos que nos preparem para mais de 58 mil pessoas a pedir ajuda para comer, famílias com crianças, nem tubos de ensaio que nos permitam prever o que acontecerá quando tudo isto terminar.
Em 2004, fundei a ENTRAJUDA para levar gestão e organização às instituições de solidariedade, nomeadamente aos Bancos Alimentares. Foi esta, a instituição responsável por uma rede que permitiu dar resposta à emergência alimentar e que, infelizmente, vai durar mais do que imagináramos. Nada o faria prever: 18570 novos pedidos de ajuda, 58 mil pessoas, uma onda de inesperados novos pobres que nasceu na pandemia e que cresce todos os dias. Profissionais das artes, do turismo, dos ginásios, empresários e demais trabalhadores precários e da economia informal que, de uma forma súbita e imprevista, ficaram sem sustento: se já tínhamos um vírus a comprometer a saúde e a vida, outro corre em paralelo e que, num suspiro, também pode matar. É por isso que, mais do que nunca, a mobilização de toda a sociedade neste momento tão difícil acaba por ser o mais importante anti-inflamatório para este vírus que nos assola e que, seguramente, terá um impacto imensurável na casa de muitas famílias portuguesas.
De dentistas a taxistas, cabeleireiras, empresários, artistas, os pedidos chegam de toda a parte e o problema central é que, ao contrário do que se pensa, a crise social instalou-se nas mesmas dimensões que a Covid-19: de forma inesperada, incontrolável e com efeitos totalmente imprevisíveis. Não há estudos que nos preparem para mais de 58 mil pessoas a pedir ajuda para comer, famílias com crianças a cargo, nem tubos de ensaio que nos permitam prever o que acontecerá quando tudo isto, aparentemente, terminar.
Utilizar apoios europeus para ajudar a preservar empregos e recorrer a todos os meios disponíveis para fazer com que as empresas preservem a sua actividade, deverá ser preocupação primordial das entidades governamentais. É urgente que as empresas voltem a dar emprego e trabalho às pessoas, que voltem a dar-lhes a possibilidade de ser donas da sua própria vida, porque, se num primeiro momento as pessoas da economia informal se vão aguentar, precariamente, por via de pequenos trabalhos remunerados de forma imediata, muitas empresas vão dispensar colaboradores e fazer despedimentos depois desta experiência do teletrabalho.
É por isso que, quando empresas se unem à Rede de Emergência Alimentar, o fazem com a clara noção de que estão a entrar pela porta principal da casa das famílias portuguesas e a ajudar pessoas que ficaram sem recursos, ou apoios, a fazer uma alimentação saudável de que tanto necessitam. É desse esforço que nascem projectos como o #JUNTOS, da Danone Portugal, por exemplo, que desafiam a solidariedade e o potencial do digital para fazer chegar a mais de dois milhões de famílias algo tão simples, mas altamente rico e nutritivo como um iogurte. É com base nesse princípio, dedicação e vontade, que quando marcas firmam compromissos com a Rede, que era inicialmente um projecto temporário e que agora não sabemos até quando estará activo, firmam-no com o Manuel, a Maria, o Francisco, a Joana e com milhares de nomes com rosto, família e necessidades absolutamente inimagináveis.
À semelhança da grave pandemia que vivemos, começa a ser também imprevisível definir quanto tempo vai durar esta crise que cresce, todos os dias, em paralelo. As próximas estações preocupam-nos, por serem alturas do ano em que as necessidades se adensam, e a recuperação económica, que se prevê lenta e gradual acontecerá, seguramente, num ritmo antítese aquele que precisamos para responder às necessidades dos cidadãos.
É por isso que, mais do que nunca, a coesão social terá de ser palavra de ordem no dia-a-dia de todos nós. Juntos temos de ser um e perceber que no cumprimento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e, em especial, no combate e luta contra a fome, todos somos absolutamente indispensáveis. É urgente dinamizar iniciativas que envolvam os cidadãos numa causa que é de instituições, de entidades governamentais, de agentes formais e informais, que é de todos. É das empresas, é dos governos, é da sociedade civil, porque, a verdade é que esta crise veio provar-nos que, à semelhança da Covid-19, este é um vírus ao qual ninguém está imune: centenas de famílias viram a vida do avesso em apenas um suspiro e a cura continua sem estar garantida ao nosso alcance. E a esperança não pode perder-se nunca.
Este artigo foi escrito no âmbito do lançamento da iniciativa #JUNTOS, da Danone Portugal."
Extraído de:https://observador.pt/opiniao/so-juntos-poderemos-combater-a-pobreza-esse-virus-paralelo-que-nao-para/
Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza
"Acabar com a pobreza extrema está no cerne dos esforços mundiais para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e construir um futuro sustentável para todos. No entanto, o objetivo de não deixar ninguém para trás não se tornará realidade se não apoiarmos primeiro os mais renegadas.
O foco deste ano, ao comemorarmos o 30º aniversário da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança, está em “agir em conjunto para capacitar as crianças, as famílias e as comunidades a acabar com a pobreza”.
As crianças têm o dobro da probabilidade dos adultos de viver em pobreza extrema. A pobreza condena muitas crianças a dificuldades constantes ao longo da vida e perpetua uma transferência intergeracional de privações. Além disso, se não formos mais ambiciosos, as crianças de hoje irão viver com as consequências devastadoras das alterações climáticas.
Das zonas de conflito ao ciberespaço, do trabalho forçado à exploração sexual, as meninas correm grandes riscos mas também são forças de mudança. Por cada ano escolar que uma menina completa, os seus rendimentos médios aumentam ao longo da vida, a probabilidade de se casar precocemente diminui e há benefícios evidentes para a saúde e educação dos seus filhos, o que o torna um fator essencial para acabar com o ciclo de pobreza.
Uma das chaves para acabar com a pobreza infantil é atacar a pobreza no lar, onde geralmente esta se origina.
Hoje, quase dois terços das crianças não têm serviços de proteção social, mas o acesso a serviços sociais de qualidade deve ser uma prioridade. As políticas referentes à família também são indispensáveis, incluindo os acordos de trabalho flexíveis, a licença parental e o apoio às crianças.
Neste Dia Internacional, comprometemo-nos a alcançar o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável #1 e uma globalização justa que funcione para todas as crianças, famílias e comunidades." Fonte
Mensagens populares
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SINOPSE "Quem já foi a Espanha vai de certeza recordar a viagem enquanto lê o livro. Quem nunca viajou, terá a sensação de viajar agora...
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A feira do livro usado destina-se a alunos, pessoal docente e não docente, encarregados de educação e outros membros da comunidade local, o...










