1948 O general Norton de Matos candidatou-se à Presidência da República Portuguesa, pela Oposição Democrática, há 72 anos.
Sugestão de leitura:
"SINOPSE
A vida de Norton de Matos não se esgotou com o protagonismo que teve aquando da participação de Portugal na I Guerra Mundial.
Ainda hoje, a sua administração é recordada em Angola. Foi um político de larga visão e irrepreensível sentido de Estado, e apesar de esquecido pelas correntes dominantes da esquerda, um dos mais sólidos adversários de Salazar.
Só por isso já faria sentido recordá-lo.
Mas não resta dúvida de que a sua atuação como ministro da Guerra foi um momento marcante. Amargo também. Segundo um militar daquela época, nunca houve um oficial mais odiado do que Norton de Matos «durante o período que antecedeu e acompanhou a ida de tropas para França».
A participação de Portugal na I Guerra Mundial levantou, de facto, um vendaval de paixões. Ainda hoje, passados cem anos, muitos questionarão porque fomos, como fomos e que resultados obtivemos.
Esta biografia de Norton de Matos, escrita de forma autêntica, muitas vezes em discurso direto, ajudará o leitor a responder a essas perguntas, permitindo-lhe envolver-se no contexto da época e seguir o percurso íntimo daquele que «só, contra tudo e contra todos», foi a imagem pública da nossa participação no sangrento conflito." Fonte
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