«Elementos de uma literatura de intervenção (ou, pelo menos, despertadora das consciências) podem ser encontrados em Gaivota que volta a preferir o tratamento narrativo da época natalícia, centrando-se em ambientes conotados com alguma marginalidade social. Gaivota, o protagonista, apresenta-se como um jovem rebelde, com vários problemas, incluindo familiares e económicos, à procura do seu lugar num mundo. Motivado por desejos contraditórios, próprios de alguém em crescimento, pauta a sua vivência quotidiana pelo simbolismo da gaivota, associado à liberdade e ao desejo de voar, deslocando-se pelas ruas de Lisboa, onde conhece inúmeras pessoas. Constata, desde muito cedo, todas as injustiças do mundo e as suas desigualdades. O mundo é, segundo afirma, caracterizado pelas divisões entre pobres e ricos, visíveis até nos brinquedos e nas bonecas. | Ana Margarida Ramos» Fonte
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6 de abril de 2021
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