«Elementos de uma literatura de intervenção (ou, pelo menos, despertadora das consciências) podem ser encontrados em Gaivota que volta a preferir o tratamento narrativo da época natalícia, centrando-se em ambientes conotados com alguma marginalidade social. Gaivota, o protagonista, apresenta-se como um jovem rebelde, com vários problemas, incluindo familiares e económicos, à procura do seu lugar num mundo. Motivado por desejos contraditórios, próprios de alguém em crescimento, pauta a sua vivência quotidiana pelo simbolismo da gaivota, associado à liberdade e ao desejo de voar, deslocando-se pelas ruas de Lisboa, onde conhece inúmeras pessoas. Constata, desde muito cedo, todas as injustiças do mundo e as suas desigualdades. O mundo é, segundo afirma, caracterizado pelas divisões entre pobres e ricos, visíveis até nos brinquedos e nas bonecas. | Ana Margarida Ramos» Fonte
Em destaque
Novidades
Graças às doações à nossa Biblioteca, no âmbito da Feira do Livro Usado, esta pode reunir vários exemplares que constituem agora novidades ...
6 de abril de 2021
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Mensagens populares
-
SINOPSE "Durante duas semanas as nossas mãos fizeram cravos vermelhos de papel crepe, que é um papel muito bonito e todo enrugadinho. ...
-
Neste dia, em 1944, morre Antoine de Saint-Exupéry, escritor, ilustrador e piloto francês (n. 1900). "Antoine de Saint-Exupéry nasceu...

Sem comentários:
Enviar um comentário