SINOPSE
"Quando um Ouriço se põe de barriga para o ar, a ouriçar, e canta
Não fazer nada,
não ir a lado nenhum,
não pensar nisso sequer,
que bom que é. Olarilolé!,
já sabemos que uma bela história, cheia de peripécias inesperadas e divertidas, vai começar.
Poético, sensível e com doses generosas de humor,
A Mata dos Medos reeduca-nos para a grandeza da simplicidade e lembra-nos de que já não sabemos olhar
e ver (e sentir) o mundo.
Adequado a leitores de todas as idades, sem exceção, este é um desses raros livros que nos mostram que não há literatura infantil ou juvenil, só literatura." Fonte


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